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Serpro estuda métodos para combater fraudes na prova de vida digital

Serpro abriu consulta pública sobre prova de vida digital; novo programa deve identificar tentativas de fraudes.



O Serpro, empresa pública de tecnologia da informação, vai abrir uma consulta pública eletrônica com o objetivo de validar com o mercado as especificações técnicas e condições contratuais para futura compra de "Solução de Prova de Vivacidade e Consultoria sob demanda".

Essa solução de prova de vida tem o objetivo de evitar fraudes por meio da utilização de faces em fotos, vídeos, emuladores e câmeras virtuais. A consulta pode ser acessada a partir deste link. Considerações, críticas e sugestões devem ser enviadas pelo email cp-liveness@serpro.gov.br, entre os dias 13 e 30 de junho de 2022.

Segundo o Serpro, a solução deve identificar tentativas de fraude, gerando os logs correspondentes, de modo a apoiar a aplicação de regras de segurança para o tratamento deste tipo de ocorrência.

Para isso, deve adotar tecnologia que assegure que a biometria foi capturada de um ser humano, impedindo a utilização de fotografias estáticas, máscaras, vídeos, emuladores, câmeras virtuais ou qualquer método que permita o uso de informação sem confirmação da vivacidade no momento da captura da informação biométrica.

Ainda segundo o Serpro, a solução deve fazer a detecção de vivacidade de forma passiva, sem a necessidade de o usuário responder a uma prova, como piscar os olhos ou mover o rosto. Deve ser compatível com câmeras de smartphones, no mínimo iOS 11 e Android versão 6, além de câmeras webcam e navegadores nas suas duas versões mais recentes (versões desktop e mobile): Chrome, Firefox, Edge e Safari.


Prova de vida digital

Também de acordo com os termos previstos pela estatal, a solução de prova de vida deverá permitir a integração entre as soluções do Serpro que necessitem fazer esse tipo de validação.

A camada de integração deve disponibilizar interfaces de comunicação via sdk, sendo que as integrações devem ser fornecidas como serviços, utilizando obrigatoriamente protocolos padrões de mercado (ex. RESTFull, gRPC), e armazenamento de imagens na plataforma Ceph.

Fonte: Convergência Digital.

#Prova


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